SELECT
*
FROM
sys.v_$sqltext
where sql_id='dhb0w5g08v28z' order by piece asc
(Tipo SQL Profiler)
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Voz sobre IP (VOIP / SIP)
A Voz sobre IP, também chamada de VoIP (Voice over Internet Protocol), telefonia IP, telefonia Internet, telefonia em banda larga ou voz sobre banda larga é o roteamento de conversação humana usando a Internet ou qualquer outra rede de computadores baseada no Protocolo de Internet, tornando a transmissão de voz mais um dos serviços suportados pela rede de dados.
Empresas que fornecem o serviço de VoIP são geralmente chamadas provedoras, e os protocolos usados para transportar os sinais de voz em uma rede IP são geralmente chamados protocolos VoIP. Existe uma redução de custo devido ao uso de uma única rede para carregar dados e voz, especialmente quando os utilizadores já possuem uma rede com capacidade subutilizada, que pode transportar dados VoIP sem custo adicional. Chamadas de VoIP para VoIP no geral são gratuitas, enquanto chamadas VoIP para redes públicas (PSTN) podem ter custo para o utilizador VoIP.
E como utilizar VOIP com dispositivos móveis em Portugal.
Pre-requisitos:
Ter televisão MEO em casa - também é possível com a Zon;
Um telemóvel jeitoso (tipo Smartphone) - com possibilidade de 3G ou Wifi;
Eventualmente um Asus Transfomer Eee Pad (só wifi ou partilhando a internet com um telemóvel) ou
Um portátil - c/ 3G ou Wifi;
Podem fazer (e também receber) chamadas ilimitadas para números fixos gratuitamente. Quer estejam em Portugal ou no estrangeiro.
Só precisam de ter acesso á internet.
Imaginem o que podem poupar quando estão em roaming (no estrangeiro)!
É tudo legal!
Sigam as referências abaixo que contêm informações precisas e simples de como utilizar VOIP/SIP
Para o meo: http://pplware.sapo.pt/tutoriais/voip-no-router-da-meo-chamadas-gratuitas-na-rede-fixa/
Software Para o telemóvel (tb para o tablet): http://www.fring.com/
Software Para o tablet: http://code.google.com/p/csipsimple/
Software Para o portátil: http://www.counterpath.com/home.html
Empresas que fornecem o serviço de VoIP são geralmente chamadas provedoras, e os protocolos usados para transportar os sinais de voz em uma rede IP são geralmente chamados protocolos VoIP. Existe uma redução de custo devido ao uso de uma única rede para carregar dados e voz, especialmente quando os utilizadores já possuem uma rede com capacidade subutilizada, que pode transportar dados VoIP sem custo adicional. Chamadas de VoIP para VoIP no geral são gratuitas, enquanto chamadas VoIP para redes públicas (PSTN) podem ter custo para o utilizador VoIP.
E como utilizar VOIP com dispositivos móveis em Portugal.
Pre-requisitos:
Ter televisão MEO em casa - também é possível com a Zon;
Um telemóvel jeitoso (tipo Smartphone) - com possibilidade de 3G ou Wifi;
Eventualmente um Asus Transfomer Eee Pad (só wifi ou partilhando a internet com um telemóvel) ou
Um portátil - c/ 3G ou Wifi;
Podem fazer (e também receber) chamadas ilimitadas para números fixos gratuitamente. Quer estejam em Portugal ou no estrangeiro.
Só precisam de ter acesso á internet.
Imaginem o que podem poupar quando estão em roaming (no estrangeiro)!
É tudo legal!
Sigam as referências abaixo que contêm informações precisas e simples de como utilizar VOIP/SIP
Para o meo: http://pplware.sapo.pt/tutoriais/voip-no-router-da-meo-chamadas-gratuitas-na-rede-fixa/
Software Para o telemóvel (tb para o tablet): http://www.fring.com/
Software Para o tablet: http://code.google.com/p/csipsimple/
Software Para o portátil: http://www.counterpath.com/home.html
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Asus EEE Pad Transformer!
Estou super entusiasmado com o meu novo Asus EEE Pad Transformer!
Ofereceram-me de prendinha de anos a versão de 32 Gb com o respectivo teclado e tenho-vos a dizer que é um mimo.
Para remediar o facto de não ter suporte 3G comecei a investigar como poderia partilhar a internet do meu telemóvel (Nokia E-72) com o Transformer e encontrei as brilhantes soluções que vou descrever.
Para que saibam nesta experiência são essenciais as seguintes aplicações gratuitas:
No telemóvel:
Joikuspot Free - a versão gratuita serviu.
No TF (Honeycomb 3.2):
ES File Explorer
Tem que se fazer root. Utilizei este artigo: http://www.todaytablet.com/step-by-step-asus-transformer-honeycomb-3-2-root-with-one-click-for-windows-user/
Utilizei também este artigo:
http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1106130 para flashar o wpa_supplicant a versão que usei foi a alternativa.
Estas instruções foram essenciais:
1. Backup your original wpa_supplicant found in /system/bin/
2. Extract the wpa_supplicant and save it to your SD Card or wherever you like
3. Turn off wifi (Probably not necessary but just to be on the safe side)
3. Move the modified wpa_supplicant into your /system/bin/ folder
4. Long press and hold on wpa_supplicant and Change the permissions to rwxr-xr-x
5. Reboot
Funcionou na perfeição e assim consigo ter o TF com 3G, o método em inglês chama-se Tethering.
De repente a vantagem que vejo no meu tablet face ao Ipad é a vantagem de poder utilizar memórias usb para poder transferir informação. Nem todas são compativéis, mas é só encontrar os modelos que são.
Além de que também posso utilizar um cartão SD que me permite expandir a memória do TF até 64Gb.
Estou a adorar a experiência.
Ofereceram-me de prendinha de anos a versão de 32 Gb com o respectivo teclado e tenho-vos a dizer que é um mimo.
Para remediar o facto de não ter suporte 3G comecei a investigar como poderia partilhar a internet do meu telemóvel (Nokia E-72) com o Transformer e encontrei as brilhantes soluções que vou descrever.
Para que saibam nesta experiência são essenciais as seguintes aplicações gratuitas:
No telemóvel:
Joikuspot Free - a versão gratuita serviu.
No TF (Honeycomb 3.2):
ES File Explorer
Tem que se fazer root. Utilizei este artigo: http://www.todaytablet.com/step-by-step-asus-transformer-honeycomb-3-2-root-with-one-click-for-windows-user/
Utilizei também este artigo:
http://forum.xda-developers.com/showthread.php?t=1106130 para flashar o wpa_supplicant a versão que usei foi a alternativa.
Estas instruções foram essenciais:
1. Backup your original wpa_supplicant found in /system/bin/
2. Extract the wpa_supplicant and save it to your SD Card or wherever you like
3. Turn off wifi (Probably not necessary but just to be on the safe side)
3. Move the modified wpa_supplicant into your /system/bin/ folder
4. Long press and hold on wpa_supplicant and Change the permissions to rwxr-xr-x
5. Reboot
Funcionou na perfeição e assim consigo ter o TF com 3G, o método em inglês chama-se Tethering.
De repente a vantagem que vejo no meu tablet face ao Ipad é a vantagem de poder utilizar memórias usb para poder transferir informação. Nem todas são compativéis, mas é só encontrar os modelos que são.
Além de que também posso utilizar um cartão SD que me permite expandir a memória do TF até 64Gb.
Estou a adorar a experiência.
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A notícia por que todos esperamos...
Electricidade Wireless
O último passo para acabar de vez com os fios é certamente a necessidade de acabarmos com a electricidade cablada. Ao que parece os esforços já vêm desde 1800 mas está-se certamente a ver luz ao fundo do túnel.
O último passo para acabar de vez com os fios é certamente a necessidade de acabarmos com a electricidade cablada. Ao que parece os esforços já vêm desde 1800 mas está-se certamente a ver luz ao fundo do túnel.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Business Intelligence
Hoje vou falar-vos de uma tecnologia que muito me tem surpreendido no mundo tecnológico: Business Intelligence.
Estava a ler uma artigo da CXO e fiquei surpreendido com a informação transmitida por esse mesmo artigo: "Empresas confusas com ferramentas de BI".
O objectivo - pelo menos na minha opinião - do BI é precisamente facilitar a análise da informação, colaborar com as direcções operacionais no sentido de prever um pouco as tendências, reportar às administrações e também concentrar toda a informação operacional, financeira e de outro cariz (tecnológico ou outros) num único local.
Como já vos expliquei o nosso Grupo é constituido por vários negócios cada um deles com o seu software operacional (aka software vertical) e implementámos um ERP (que falarei mais tarde).
No entanto na implementação do ERP só nos preocupamos com os interfaces para facilitarem o trabalho contabilistico deixando um pouco de parte alguns dados operacionais.
Porquê?
Hoje em dia fala-se muito de BI, mas fala-se numa perspectiva da aplicação ou seja o PHC tem um ferramenta de BI, qualquer um dos softwares hoteleiros têm ferramentas de BI, mas apenas vocacionados ao software vertical.
Nós queríamos mais, queríamos uma plataforma que concentrasse toda essa informação das diversas áreas de negócio e analisá-la a partir daí.
O nosso parceiro foi a WorldVision Consulting, e o produto foi o SQL Entreprise Edition 2008 com as ferramentas de Analysis Services, Reporting Services e Integration Services.
Escolhemos esta solução porque em termos de licenciamento não teríamos custos acrescidos, ou seja todas estas ferramentas estão incluídas no License Agreement da Microsoft e portanto não tivemos que adquirir produtos como o PerformancePoint ou o SAP Business Objects ou a Microstrategy (como exemplos).
Os reports do Reporting Services têm sido bastante utilizados e a exploração do cubo apartir do Excel 2007 também tem adeptos, muito embora seja neste nível que os utilizadores ainda terão que ser formados, já que por vezes tentam analisar dimensões não relacionadas e os resultados se tornam caricatos...
O resultado final foi atingido em todo a linha, tem sido uma experiência espectacular, a administração ficou muito satisfeita com os resultados e em termos operacionais também houve excelente feedback. Isto já para não falar na área financeira que tem ferramentas essenciais para análise.
Estava a ler uma artigo da CXO e fiquei surpreendido com a informação transmitida por esse mesmo artigo: "Empresas confusas com ferramentas de BI".
O objectivo - pelo menos na minha opinião - do BI é precisamente facilitar a análise da informação, colaborar com as direcções operacionais no sentido de prever um pouco as tendências, reportar às administrações e também concentrar toda a informação operacional, financeira e de outro cariz (tecnológico ou outros) num único local.
Como já vos expliquei o nosso Grupo é constituido por vários negócios cada um deles com o seu software operacional (aka software vertical) e implementámos um ERP (que falarei mais tarde).
No entanto na implementação do ERP só nos preocupamos com os interfaces para facilitarem o trabalho contabilistico deixando um pouco de parte alguns dados operacionais.
Porquê?
Hoje em dia fala-se muito de BI, mas fala-se numa perspectiva da aplicação ou seja o PHC tem um ferramenta de BI, qualquer um dos softwares hoteleiros têm ferramentas de BI, mas apenas vocacionados ao software vertical.
Nós queríamos mais, queríamos uma plataforma que concentrasse toda essa informação das diversas áreas de negócio e analisá-la a partir daí.
O nosso parceiro foi a WorldVision Consulting, e o produto foi o SQL Entreprise Edition 2008 com as ferramentas de Analysis Services, Reporting Services e Integration Services.
Escolhemos esta solução porque em termos de licenciamento não teríamos custos acrescidos, ou seja todas estas ferramentas estão incluídas no License Agreement da Microsoft e portanto não tivemos que adquirir produtos como o PerformancePoint ou o SAP Business Objects ou a Microstrategy (como exemplos).
Os reports do Reporting Services têm sido bastante utilizados e a exploração do cubo apartir do Excel 2007 também tem adeptos, muito embora seja neste nível que os utilizadores ainda terão que ser formados, já que por vezes tentam analisar dimensões não relacionadas e os resultados se tornam caricatos...
O resultado final foi atingido em todo a linha, tem sido uma experiência espectacular, a administração ficou muito satisfeita com os resultados e em termos operacionais também houve excelente feedback. Isto já para não falar na área financeira que tem ferramentas essenciais para análise.
Software para Hotéis
Nas diversas áreas de negócio em que o meu Grupo está inserido, uma das que traz mais desafios no ponto de vista tecnológico é sem dúvida a Hotelaria.
Temos diversas unidades hoteleiras quer em Portugal quer no Brasil e todas elas com as suas características únicas e tão especiais.
Desde um Hotel de uma cadeia internacional, a uma unidade hoteleira de alugueres, a pequenos hotéis e pousadas no Brasil.
Curiosamente cada um deles tem software diferente, quer no Front-Office quer no Back-Office.
Vou analisar muito sucintamente cada um deles:
Opera (Micros Fidelio)
NewHotel (NewHotel)
Visual Hotel (CM Soluções)
Opera, qualquer General Manager hoteleiro quererá ter este software na sua unidade hoteleira é o Ferrari dos softwares hoteleiros e todos com quem mantenho contacto consideram-no um software de eleição. No meu ponto de vista é de facto muito bom, no entanto parece-me que o preço quer do licenciamento quer dos equipamentos e a respectiva manutenção o tornam demasiado honoroso e por conseguinte não o aconselharía como primeira escolha. Até porque alguns concorrentes já tem quase a mesma qualidade e muito melhor suporte.
NewHotel, é um software interessante, não é muito dispendioso, traz características interessantes, parece-me que o produto ainda requer algum amadurecimento, mas também pode ser só a minha opinião. Este foi o produto que aplicámos nos alugueres e não numa unidade hoteleira convencional, daí que houve algumas questões que não tiveram aquela resposta que desejamos, mas talvez se a realidade fosse um hotel convencional talvez esteja adequado.
Visual Hotel, é sem dúvida uma aplicação surpreendente, a relação preço vs. qualidade parece-me a mais adequada e é um software bastante completo que no FO como no BO. Responde a todas as questões legais e obrigatórias, tem características interessantes capazes de responder aos requisitos diários e de previsão dos directores hoteleiros e está preparado para o desafio inerente à constante evolução do mercado hoteleiro. O Suporte também é bom e responde rapidamente aos pedidos de auxilio.
Em suma esta é apenas uma perspectiva muito generalista destes softwares hoteleiros, correspondem tão somente à minha opinião e experiência.
Temos diversas unidades hoteleiras quer em Portugal quer no Brasil e todas elas com as suas características únicas e tão especiais.
Desde um Hotel de uma cadeia internacional, a uma unidade hoteleira de alugueres, a pequenos hotéis e pousadas no Brasil.
Curiosamente cada um deles tem software diferente, quer no Front-Office quer no Back-Office.
Vou analisar muito sucintamente cada um deles:
Opera (Micros Fidelio)
NewHotel (NewHotel)
Visual Hotel (CM Soluções)
Opera, qualquer General Manager hoteleiro quererá ter este software na sua unidade hoteleira é o Ferrari dos softwares hoteleiros e todos com quem mantenho contacto consideram-no um software de eleição. No meu ponto de vista é de facto muito bom, no entanto parece-me que o preço quer do licenciamento quer dos equipamentos e a respectiva manutenção o tornam demasiado honoroso e por conseguinte não o aconselharía como primeira escolha. Até porque alguns concorrentes já tem quase a mesma qualidade e muito melhor suporte.
NewHotel, é um software interessante, não é muito dispendioso, traz características interessantes, parece-me que o produto ainda requer algum amadurecimento, mas também pode ser só a minha opinião. Este foi o produto que aplicámos nos alugueres e não numa unidade hoteleira convencional, daí que houve algumas questões que não tiveram aquela resposta que desejamos, mas talvez se a realidade fosse um hotel convencional talvez esteja adequado.
Visual Hotel, é sem dúvida uma aplicação surpreendente, a relação preço vs. qualidade parece-me a mais adequada e é um software bastante completo que no FO como no BO. Responde a todas as questões legais e obrigatórias, tem características interessantes capazes de responder aos requisitos diários e de previsão dos directores hoteleiros e está preparado para o desafio inerente à constante evolução do mercado hoteleiro. O Suporte também é bom e responde rapidamente aos pedidos de auxilio.
Em suma esta é apenas uma perspectiva muito generalista destes softwares hoteleiros, correspondem tão somente à minha opinião e experiência.
domingo, 29 de março de 2009
Custo de Spam por trabalhador
Um estudo recente indica que 9 em cada 10 utilizadores recebem spam nos seus emails profissionais, uma quota que preocupa os departamentos de TI de todo o mundo.
Isto porque, em média, cada trabalhador perde sete minutos por dia a limpar lixo electrónico da sua caixa de email, uma quebra na produtividade que custa 828 euros anuais por utilizador às empresas. Desta forma, pelas contas da antispameurope, uma companhia com mil funcionários, perderia 828 mil euros por ano.
Cada vez mais as métricas pelas quais as administrações se regem são os custos, especialmente num momento tão complicado da economia.
Adquirir um software ou uma solução anti-spam é muito simples porque de certeza que todos os utilizadores recebem spam incluindo as administrações, pelo que mostrar o ROI de um produto desta natureza é muito simples.
Isto porque, em média, cada trabalhador perde sete minutos por dia a limpar lixo electrónico da sua caixa de email, uma quebra na produtividade que custa 828 euros anuais por utilizador às empresas. Desta forma, pelas contas da antispameurope, uma companhia com mil funcionários, perderia 828 mil euros por ano.
Cada vez mais as métricas pelas quais as administrações se regem são os custos, especialmente num momento tão complicado da economia.
Adquirir um software ou uma solução anti-spam é muito simples porque de certeza que todos os utilizadores recebem spam incluindo as administrações, pelo que mostrar o ROI de um produto desta natureza é muito simples.
Subscrever:
Mensagens (Atom)